Com Brad Pitt a fazer 50 anos, as suas entrevistas já incluem reflexões sobre os filmes que fez desde que começou como figurante em 1987. A última envolveu um dos títulos que foi determinante no seu percurso para se tornar uma estrela de cinema.

Em declarações à publicação britânica Psychologies, o ator manifestou-se arrependido por ter feito «Entrevista com o Vampiro», lançado em 1994, quando tinha 30 anos, admitindo que se o projeto lhe tivesse chegado mais adiante na carreira, ou teria feito mudanças ou se teria afastado completamente da produção.

«Foi uma das piores experiências da minha vida», recordou sobre o filme realizado por Neil Jordan que fez ao lado de Tom Cruise. «Seis meses na po*** do escuro, lentes de contacto, maquilhagem, tenho o papel de gaja. Agora teria o poder de dizer, «Isto é um problema, ou resolvemos ou vou-me embora»».

A estrela de «Fúria», que chega aos cinemas a 23 de outubro, refletiu sobre outro aspeto dos seus primeiros anos na indústria cinematográfica: «Quando se está a começar, é fácil uma pessoa sentir-se perdida. Não segui os meus instintos de fazer projetos mais pessoais. Recebemos muitos conselhos de pessoas que estão a tentar melhorar a nossa carreira e que querem fazer dinheiro connosco, mas que também estão a tentar fazer com que ganhemos muito dinheiro. E isso não é necessariamente algo de mau, mas nem sempre nos vai conduzir a fazer bons filmes».

«Passamos demasiado tempo a gerir carreiras, mas depois ficamos a pensar: Qual é o sentido disto, se não nos encaminhar para fazer trabalho interessante, que é verdadeiramente a razão que nos levou a querer ser atores em primeiro lugar?».

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