Ryan Reynolds e Tim Miller, um antigo especialista de efeitos especiais e jogos de computador, bem como os argumentistas Rhett Reese e Paul Wernick, estiveram unidos mais de cinco anos até conseguirem levar ao cinema "Deadpool" com uma abordagem diferente da de outros projetos sobre super-heróis.

Os seus esforços foram recompensados quando se tornou um surpreendente sucesso comercial: lançado em fevereiro com uma campanha de marketing cheia de momentos virais e que já se tornou caso de estudo em Hollywood, o filme rendeu 782 milhões de dólares.

Trata-se do maior sucesso de sempre da saga "X-Men" e dos títulos com classificação R, que apenas permitem a entrada de menores de 17 anos nas salas de cinema se estiverem acompanhados de um adulto.

Tudo a partir de um orçamento de 58 milhões de dólares.

O estúdio anunciou rapidamente o regresso de todos os envolvidos, que fizeram manifestações públicas de admiração mútua eternas. Agora, Tim Miller abandonou a realização da sequela e as razões são as habituais em Hollywood: 'divergências criativas', neste caso com o ator.

Alguns meios adiantam que Miller queria que a sequela fosse ainda mais ousada nas cenas de ação enquanto Ryan Reynolds preferia apostar no humor politicamente incorreto na personagem.

Perante o impasse, o estúdio terá apoiado a sua estrela mas apressou-se a esclarecer que se trata de uma 'saída amigável' e espera aproveitar Miller para outro projeto, o 'cyber thriller' "Influx".

Os argumentistas permanecem ligados a "Deadpool 2", que deverá chegar aos cinemas a 12 de janeiro de 2018.

Ryan Reynolds, que costuma ser muito ativo no Twitter, ainda não fez qualquer comentário, ao contrário de James Gunn, realizador de "Guardiões da Galáxia", que confessou na rede social a sua grande tristeza com a notícia.

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