A obra será exibida na sexta-feira, no sábado e no dia 26, e os dois realizadores contam ainda fazer contactos locais, uma vez que estão a desenvolver uma longa-metragem documental, para a qual já conseguiram apoio financeiro do Instituto do Cinema e Audiovisual.

O Sundance Film Festival é considerado um dos mais importantes festivais dedicados ao cinema independente e é a primeira vez que uma curta-metragem de produção exclusivamente portuguesa integra a competição.

"O Sundance faz parte do nosso quotidiano, fizemos o nosso crescimento enquanto realizadores a ver filmes do festival e só o facto de termos sido selecionados para lá estarmos já muito bom", disse André Santos à agência Lusa.

Os dois realizadores mostrarão a curta-metragem "Pedro", a sexta que assinam em conjunto, e que é interpretada por Filipe Abreu e João Villas-Boas - que também rumam ao festival -, Rita Durão e Marcello Urgeghe.

A ficção chega ao Sundance depois de ter sido exibida numa dezena de festivais, entre portugueses e estrangeiros, como o Curtas de Vila do Conde, o Queer Lisboa e o Festival de Haifa, em Israel.

No entanto, André Santos considera que o festival norte-americano, pelo prestígio associado, "poderá fazer toda a diferença e ter mais repercussões" para o filme a nível internacional, sobretudo para a obtenção de mais financiamento para outros projetos.

"Pedro" sucede às curtas-metragens "Aula de condução" (2015), "Má raça" (2013) - premiado no IndieLisboa -, "Infinito" (2011) "Cavalos selvagens" (2010) e "A nossa necessidade de consolo" (2008), todas co-assinadas por André Santos e Marco Leão.

O Sundance Film Festival, que decorre entre hoje e dia 29, é uma das iniciativas do Sundance Institute, criado pelo ator, realizador e produtor Robert Redford.

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