Hollywood tem vindo a adiar as estreias dos filmes desde que começou a pandemia, mas outra consequência menos falada é que também há projetos a ficar pelo caminho ainda antes das câmaras começaram a trabalhar-

Um dos mais ambiciosos a ficar em pausa por tempo indefinido é "Going Electric", que abordaria a vida do jovem Bob Dylan: Timothée Chalamet ia interpretar o lendário artista e pensa-se que já tinha começado a preparação, incluindo aprender a tocar guitarra.

Mas o diretor de fotografia do filme deu a novidade que o filme não vai avançar por causa da incerteza provocada pela COVID-19: as características específicas, nomeadamente no número de pessoas presentes na rodagem e o trabalho de caracterização, tornam mais difícil seguir as regras de distanciamento social.

"Não penso que esteja morto, mas é um difícil conseguir fazê-lo na era da COVID porque se passa tudo em clubes noturnos pequenos com muitos figurantes em roupas de época, portanto existe muito trabalho de cabelos e maquilhagem", explicou Phedon Papamichael em entrevista ao Collider.

Anunciado em janeiro, o projeto tinha a bênção do lendário artista (e Nobel da Literatura), que estava a colaborar ativamente com o estúdio e James Mangold, o realizador de "Le Mans '66: O Duelo" e também do aclamado "Walk the Line" (2005), sobre as vidas de Johnny Cash e June Carter.

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