Hoje, volvidos 27 anos da primeira vez que veio ao «Fantas», o crítico, historiador e professor de cinema lembra que não é o único a fazer esta espécie de «peregrinação» ao festival. É uma altura do ano em que aproveita para encontrar amigos ligados ao cinema, actualizar-se dentro do género e ver películas europeias ou orientais que só passam em festivais.

Do auditório do Teatro Carlos Alberto para o Rivoli muito mudou na própria estrutura do festival ao longo dos anos. O Fantasporto começou por ser «um festival de cinema familiar, onde nós éramos acarinhados», recorda
António Pascoalinho.

O «Fantas» tornou-se mais «frio e institucional», considera o especialista em sétima arte. Um dos hábitos que vive agora na memória dos que acompanharam o festival desde o início é o ambiente de tertúlia cinéfila. Da sala de cinema para a mesa do café, as discussões sobre os filmes eram mais frequentes no início do festival do que hoje em dia, nota António Pascoalinho.

«Por outro lado, o Fantasporto teve o mérito de saber crescer e afirmar-se junto dos outros festivais internacionais», sublinha. António Pascoalinho começou por ir ao festival como espectador, depois como crítico e ainda como júri. Hoje considera-se «um amigo» do Fantasporto.

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