O produtor Paulo Trancoso foi reeleito presidente da Academia Portuguesa de Cinema, para o triénio 2020-2023, foi hoje anunciado.

Paulo Trancoso encabeçava a única lista candidata às eleições dos órgãos sociais da Academia Portuguesa de Cinema, realizadas hoje, em assembleia-geral em Lisboa.

Este será o terceiro mandato de Paulo Trancoso à frente da Academia Portuguesa de Cinema e, no próximo triénio, partilhará a direção com a atriz Carla Chambel e com o realizador Miguel Gonçalves Mendes (vice-presidentes).

A atriz Maria João Bastos presidirá à Assembleia-Geral e o produtor António Costa Valente foi eleito presidente do Conselho Fiscal.

De acordo com a proposta de candidatura da lista agora eleita, a Academia Portuguesa de Cinema pretende fazer um "estudo aprofundado" sobre a possível transformação da associação para incluir a área de televisão, seguindo o modelo da congénere britânica.

A nova direção pretende ainda criar um colégio internacional, composto por "membros de reconhecido mérito de academias congéneres que habitem em Portugal", e um colégio de críticos "que anualmente irá atribuir o prémio da crítica".

Está prevista ainda a criação de um prémio para melhor filme em língua portuguesa ou galega e a instituição de um Observatório da Lusofonia e Prémios Lusófonos.

A Academia Portuguesa de Cinema foi juridicamente criada em julho de 2011, tendo Paulo Trancoso sido eleito o primeiro presidente da associação, mantendo-se desde então no cargo.

Atualmente com cerca de 700 associados, a Academia Portuguesa de Cinema atribui todos anos os prémios Sophia, de reconhecimento da produção cinematográfica portuguesa, e, entre outras iniciativas, organiza o programa Passaporte, de realização de 'castings' internacionais em Portugal.

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