A provar que é sempre aconselhável ficar na sala até ao fim do genérico,
«X-Men Origens: Wolverine» presenteou os mais pacientes com uma curta cena logo a seguir ao final dos créditos, em que o agora amnésico mutante surgia no Japão. O mote para a sequela estava dado e os fãs de BD perceberam a deixa: uma das mais célebres aventuras de Wolverine, aliás a primeira da personagem a solo na BD, decorria precisamente no País do Sol Nascente, e era desenhada por nada menos que
Frank Miller, já depois de ter insuflado nova vida a Daredevil mas mais de duas décadas antes de se envolver nas aventuras de cinematográficas de
«Sin City» e
«The Spirit».

Embora a crítica se tenha dividido quanto aos méritos de
«X-Men Origens: Wolverine», os resultados de bilheteira em todo o mundo ultrapassaram os 350 milhões de dólares, pelo que a respectiva sequela já teve luz verde, segundo acabou de confirmar à MTV
Hugh Jackman que, além de protagonista, é também um dos produtores do filme.

«É o filme que eu quis fazer desde o início», referiu o actor. «Acho que os fãs adoram essa saga, é a minha favorita… é nessa direcção que vamos. Estamos nos primeiros passos do desenvolvimento da história».

A história que o filme vai adaptar acompanha Wolverine em viagem ao Japão, onde ganhará experiências nas artes marciais e na filosofia oriental, e também se envolverá romanticamente.

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