Um rosto estranho e misterioso, um talento subtil mas intenso e uma escolha de papéis destemida fazem a glória da carreira de
Stanley Tucci, uma figura que todos reconhecem embora nem todos consigam precisar exactamente em que papéis.

A estreia no cinema deu-se em 1985 no filme de
John Huston
«A Honra dos Padrinhos» e prosseguiu em fitas como
«Atracção Diabólica» (1988),
«Billy Bathgate» (1991),
«O Dossier Pelicano» (1993),
«As Faces de Harry» (1997),
«Vidas Diferentes» (1997) ou
«Sonho de Uma Noite de Verão» (1999), como Puck.

Em 1997 tentou a realização, em parceria com
Campbell Scott, em
«Big Night», muito aclamado no circuito do cinema independente, a que se seguiu mais um trio de experiências atrás das câmaras que, se não lhe deram grande visibilidade pública, acrescentaram apreço crítico àquele que as suas interpretações já lhe valiam.

A primeira década do século XXI foi a melhor da sua carreira até à data, com papéis memoráveis uns atrás dos outros, que marcam os filmes em que participa, com tanta ou mais intensidade que os dos actores principais. Trabalhos importantes desse período são
«Caminho para Perdição» (2002),
«Eu Peter Sellers» (2004), como
Stanley Kubrick,
«Terminal de Aeroporto» (2004), um dos seus papéis mais elogiados,
«Há Dias de Azar» (2006),
«O Diabo Veste Prada» (2006) e, já em 2009,
«Julie & Julia», como marido de Julia Child, interpretada por
Meryl Streep.

O assassino George Harvey em
«Visto do Céu» valeu-lhe o maior conjunto de nomeações a prémios da sua impressionante carreira.

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