George Lucas criou e realizou quatro dos primeiros filmes "Star Wars" antes de vender o seu "império" em 2012. Nesta altura, deixou de dar qualquer contribuição criativa para a saga pois a Disney tornou claro que não partilhava das suas ideias e visão para a nova trilogia.

Ele chegou a entregar um argumento para o Episódio VII que acabou rejeitado e as "chaves do reino" estão agora na mão de Kathleen Kennedy, agora à frente da Lucasfilm. E apesar de alguns acidentes de percurso nos filmes fora dos episódios oficiais, com realizadores despedidos, os filmes da nova trilogia parecem avançar sem grandes acidentes de percurso e com grande sucesso.

Apesar disso, Mark Hamill, o eterno Luke Skywalker, lamenta que a Disney tenha decidido ignorar a"orientação e conselhos" do homem que criou "Star Wars".

"O que desejava é que tivessem sido mais recetivos à sua orientação e conselhos. Porque ele tinha um esboço para o '7','8' e '9'. E é bastante diferente do que eles têm feito", revelou ao Metro, referindo-se ao dois novos filmes.

Hamill nunca escondeu que ficou muito desiludido ao descobrir que apenas aparecia nos segundos finais de "O Despertar da Força", de J.J. Abrams, e o choque ao ler o que o realizador Rian Johnson tinha reservado para Luke Skywalker em "Os Últimos Jedi".

Apesar da crítica velada à Disney, o ator também reconhece que a decisão do estúdio em se afastar da visão de Lucas teve grandes resultados.

"Por outro lado, não quero ser o velho antiquado. Existiram os originais [1977-1983]. Existem as prequelas [1999-2005]. Mas isso é tudo o George. E agora temos a próxima geração. E no que posso ver, eles [os filmes] são mais populares do que nunca", concluiu.

"Os Últimos Jedi" estreia esta semana em Portugal.

Veja o trailer do filme:

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