A intenção da banda foi revelada por Matt Bellamy, vocalista do grupo, em entrevista à estação de rádio de Los Angeles Alt 98.7.

“Nós gostamos sempre de usar a tecnologia mais moderna nos nossos espetáculos - os últimos ecrãs de vídeo, as últimas luzes, lasers, o que quer que seja que tenha saído. Os drones são, obviamente, uma coisa interessante para tentar trazer para os nossos espetáculos ao vivo, por isso vamos tentar fazê-lo", afirmou Bellamy, que continuou: "Vão haver algumas dificuldade a nível da saúde e segurança que coisas a voar por cima de ti podem comprometer, mas a ideia é já estarmos a usar objetos voadores quando a digressão começar”.

O vocalista confirmou ainda que o sucessor de “The 2nd law” é um álbum conceptual, mas que não tem um conceito “estrito, como os Pink Floyd fizeram”. “As canções funcionam independentemente”, assegurou.

Sobre o conceito, revelou ainda: “Basicamente, estou interessado no que os drones representam, de um ponto de vista tecnológico. Estamos numa altura em que essas máquinas começam a surgir. É aquele tipo de coisas que, enquanto crescíamos e assistíamos a coisas como o ‘Terminator 2’, víamos a acontecer no futuro, mas agora estamos lá, por isso pensei que era um tópico interessante para cantar e falar sobre – o que significa, o que significa para os humanos as suas emoções estarem a ser postas de parte da equação em coisas como a guerra e isso. Por isso, pensei que seria um tópico interessante a abordar, mas não precisam de saber isso para gostarem do álbum – há um monte de riffs porreiros nele”.

Drones” é editado a 8 de junho. A 9 de julho, será apresentado em solo nacional, no NOS Alive’15.

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