O grupo sueco, que anunciou recentemente um plano de cortes de quase 6% dos seus funcionários, registou um prejuízo líquido de 430 milhões de euros (cerca de 465 milhões de dólares) no ano passado, muito maior que em 2021 (34 milhões de euros e 37 milhões dólares).

Os analistas previam, em média, um prejuízo de 441 milhões de euros (480 milhões de dólares), segundo a Factset.

O número de assinantes pagantes da líder mundial em plataformas de áudio aumentou 14% num ano, chegando a 205 milhões, impulsionado pelo bom crescimento em todas as regiões, principalmente na América Latina, disse o grupo.

Os analistas previam cerca de 202 milhões de assinantes.

O número total de subscritores, incluindo os da versão gratuita, chegou a 489 milhões e deve ultrapassar os 500 milhões até 2023, segundo o Spotify.

A plataforma com sede em Estocolmo, mas cotada na Bolsa de Nova York, teve vários trimestres lucrativos.

No entanto, tem registando perdas regularmente há vários anos, apesar do crescimento vertiginoso no número de assinantes e de estar à frente dos seus rivais, Apple Music e Amazon Music.

O seu proprietário e cofundador, Daniel Ek, de 39 anos, anunciou na semana passada o corte de cerca de 600 empregos dos seus quase 10.000 funcionários, uma medida que segue a mesma linha de outras gigantes da tecnologia.

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