Dezenas de pessoas assistiram à atuação de Karim Wasfi na passada sexta-feira. Algumas utilizaram o telemóvel para filmar o músico acompanhado da orquestra Nerkal, composta de violino, violão e alaúde.

Os músicos tocaram entre os dois símbolos religiosos da cidade: o minarete inclinado - apelidado de corcunda pela população - e o convento dominicano Nossa Senhora da Hora, cujo relógio mostra a hora na cidade.

Os edifícios ficaram destruídos durante a batalha contra os jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI), que transformaram a cidade na sua "capital" no Iraque até sua expulsão em julho de 2017.

"Esta música é uma mensagem de Mossul ao mundo inteiro, que contém os conceitos de segurança, paz e coexistência", afirma o ex-diretor da orquestra filarmónica de Bagdade, nascido no Cairo em 1977 e apelidado de "Rostropóvich iraquiano" em referência ao célebre violoncelista russo.

"Convocamos as empresas, os investidores e as organizações a vir participar da reconstrução da cidade, em particular, a cidade velha destruída", acrescentou.

As autoridades iraquianas realizaram uma campanha para retirar os escombros de Mossul, na primeira etapa da reconstrução da cidade.

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