Na 5.ª edição da ARCOlisboa, segundo a organização, “a Cordoaria Nacional apresenta a cena artística portuguesa em profundidade e em amplo diálogo com a arte espanhola e europeia, bem como com uma cuidada seleção de artistas africanos”.

Das 65 galerias presentes nesta edição da feira, organizada pela IFEMA Madrid e a Câmara Municipal de Lisboa, 43 integram o Programa Geral, 13 a curadoria Opening Lisboa e nove a secção África em Foco.

A organização destaca que, “no seu quinto aniversário, a ARCOlisboa evolui nos conteúdos dos ‘stands’, contribuindo para que as galerias desenvolvam projetos mais específicos e possam aprofundar o diálogo entre artistas”.

“Por outro lado, a Feira concentra-se em quatro dias, de forma a reforçar a visibilidade do programa expositivo dos museus e instituições da cidade, destacando-se este ano um dia de visita à região do Porto, que contará com passagem por Serralves [no Porto] e pelo Centro de Arte Oliva [em São João da Madeira]”, lê-se num comunicado hoje divulgado.

Entre as 43 galerias que integram o Programa Geral, algumas participam pela primeira vez, como a portuguesa Galeria 111, as espanholas Elvira González e Rosa Santos e as austríacas Lukas Feichtner Galerie e Zeller Van Almsick, e outras já são já presença habitual, como as portuguesas Cristina Guerra Contemporary Art, Pedro Cera e Vera Cortês e galerias internacionais como Greengrassi, Helga de Alvear, Krinzinger e Leandro Navarro.

Na secção Opening Lisboa, dedicada a novas galerias, marcarão presença, entre outras, Double V, Lehmann + Silva, Verve e NO-NO.

O programa África em Foco volta nesta edição a focar-se na “investigação da arte contemporânea do continente africano”, e conta com a participação de galerias do Uganda (Afriart), Moçambique (Arte de Gema), África do Sul (Everard Read e Smac Gallery), Angola (Movart e This is Not a White Cube), França (31 Project e 193 Gallery) e Portugal (.insofar).

Esta secção estará em destaque no programa de conversas com especialistas sobre temáticas ligadas à arte. “As práticas institucionais mais avançadas e a própria prática dos artistas serão os principais eixos discursivos de um conjunto de sessões em que serão analisadas as questões do presente imediato, como a relação entre NFT e arte”, lê-se no comunicado.

Os conteúdos das 65 galerias que participam nesta edição podem ser vistos, a partir de sexta-feira, na plataforma ARCO E-xhibitions, acessível através do site da ARCOlisboa.

O primeiro dia da feira é de acesso exclusivo a colecionadores e profissionais. Entre 20 e 22 de maio, as portas abrem-se para o público em geral, embora o acesso seja pago. No dia 21, a partir das 17h00, a entrada é gratuita para jovens com idades entre os 18 e os 25 anos.

Durante a feira há uma área de acesso gratuito, no Torreão Nascente da Cordoaria. Trata-se de “um espaço especializado em publicações de artistas, fotolivros, pensamento contemporâneo, autoedição e publicações digitais”.

Além disso, “existe também um lugar dedicado a apresentações e debates, o Speakers’ Corner, no qual as editoras participantes apresentarão as suas publicações e linhas editoriais”, e onde “as revistas de arte contemporânea também terão o seu papel de destaque”.

Nesta edição, será entregue, pela terceira vez, o prémio Opening Lisboa, para o melhor ‘stand’ de cada espaço expositivo da feira.

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