O cantor inglês Billy Bragg foi esta segunda-feira, 15 de fevereiro, confirmado como um dos oradores da terceira edição do congresso internacional KISMIF (sigla de ‘Keep it simple, make it fast’), que vai decorrer no Porto de 18 a 21 de julho.

Numa publicação na página de Facebook do evento, este ano dedicado a “culturas, espaços e lugares”, a organização anunciou o nome do cantor como um dos ‘keynote speakers’, a marcar presença na Casa da Música a 18 de julho, tendo já sido também um dos artistas garantidos pelo Festival Músicas do Mundo deste ano.

Nascido em Inglaterra em 1957, Billy Bragg é, de acordo com a entrada da Enciclopédia Britânica, um cantor, compositor e guitarrista que "se tornou num favorito da crítica e arauto do ativismo populista em meados dos anos 1980 à medida que fundiu o pessoal e o político nas suas canções de amor e consciência".

A submissão de resumos para o congresso internacional está aberta até dia 22 de março "a investigadores provenientes de todas as áreas da sociologia, da antropologia, da história, da economia cultural, da geografia, do planeamento urbano, dos estudos culturais e dos média e comunicação e disciplinas relacionadas, tais como ‘design’, ilustração, ‘popular music’, cinema, artes visuais e performativas”.

“Desafiam-se estudantes, professores/investigadores juniores e seniores, mas também artistas e ativistas, a apresentarem na KISMIF International Conference 2016 trabalhos que explorem o potencial do desenvolvimento teórico e analítico do cruzamento entre as cenas musicais, a cultura ‘Do It Yourself’ [DIY ou "faça você mesmo", na sigla em inglês] e o espaço sob uma visão pluridimensional e pluriforme, de forma a enriquecer a análise das cenas musicais underground e das culturas DIY com o desenvolvimento da teoria social aos mais diversos níveis e esferas disciplinares”, pode ler-se no texto publicado na página da organização.

O KISMIF recorda que “é hoje por demais relevante a importância – neste mundo em mudança fragmentada – que a música e as culturas DIY têm”.

“Mais, grande parte das mudanças que se têm operado no mundo contemporâneo, resultam notadamente da emergência de espaços, de zonas, de cenas locais, translocais e virtuais. O espaço, os espaços, os lugares, as fronteiras, as zonas são, assim, variáveis críticas na abordagem das culturas contemporâneas, dos seus sons, das suas práticas (artísticas, culturais, económicas e sociais), dos seus atores, dos seus contextos”, afirma a organização.

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