É ainda em janeiro, no dia 25, que a Companhia Nacional de Bailado sobe ao palco do Teatro Micaelense com um espetáculo que compreende “Adagio Hammerklavier”, “Short Cut” e “In The Future”, três obras coreografadas pelo holandês Hans Van Manen.

O teatro chega no dia 1 de fevereiro, com a sessão para escolas do espetáculo músico-teatral “+MARE”, e regressa a 28 de março com “Sopro”, uma peça escrita e encenada por Tiago Rodrigues em que Cristina Vidal, ponto do Teatro Nacional D. Maria II há mais de 25 anos, assume o protagonismo de um espetáculo em que “são evocadas as histórias reais e ficcionais de um teatro agora em ruínas”. A Cristina Vidal juntam-se em palco Beatriz Maia, Isabel Abreu, Marco Mendonça, Romeu Costa e Sara Barros Leitão.

Na música, o grande destaque é Carolina Deslandes, que atua a 14 de março, mas a época abre com o Concerto de Ano Novo da pianista Ana Paula Andrade, a 15 de janeiro, e com os concertos “Dentro da Caixa” que juntam, num registo intimista, os cantautores açorianos Sara Cruz e Romeu Bairros, a 17 de janeiro, e Luís Alberto Bettencourt e Cristóvam, a 18 de janeiro.

A música clássica encontra lugar na programação do próximo quadrimestre com a Sinfonietta de Ponta Delgada, que, a 15 de fevereiro, traz o pianista António Rosado para interpretar o segundo concerto para piano e orquestra de Sergei Rachmaninoff e a terceira sinfonia de Robert Schumann, Renana, num concerto dirigido por Jean-Sébastien Béreau.

Regressa a 21 de março com a Stabat Mater de Giochino Rossini interpretada pelo Coro Sinfónico do Coral de São José, da Sinfonietta de Ponta Delgada, numa formação de 40 músicos e quatro solistas, dirigidos pelo maestro Luís Filipe Carreiro.

A 7 de março, o Teatro Micaelense recebe “Válvula” uma palestra-concerto a partir da história do Graffiti, uma criação de António Jorge Gonçalves e Flávio Almada para adolescentes, jovens e adultos em que, com palavras e desenhos, António Jorge Gonçalves traça a história da representação em murais, enquanto o MC e ativista Flávio Almada aka LBC Soldjah conta “com palavras e música” as “contradições sociais das cidades”.

O cinema é colocado no epicentro da programação da sala de espetáculos em 2020, com “Hálito Azul”, de Rodrigo Areias, a 5 de fevereiro, “Boom for Real”, de Sara Driver, a 4 de março, “Vitalina Varela”, de Pedro Costa, a 8 de abril, “Apocalipse Now”, de Francis Ford Coppola, a 22 de abril, e “Infância, Adolescência, Juventude”, de Rúben Gonçalves, a marcar o Dia Mundial da Dança, a 29 de abril.

Há, ainda, espaço para o circo, com a Gala de Circo da Convenção de Circo do Atlântico, que acontece a 08 de fevereiro e para a comédia, com o espetáculo de stand-up de Guilherme Duarte, a 24 de abril.

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