A exposição monográfica que resulta de uma parceria entre o MACNA e a Fundação Serralves tem como ponto de partida o núcleo de obras de Paula Rego na coleção da instituição sediada no Porto, realizadas entre 1975 e 2004, e estará patente ao público até 18 de outubro.

As obras “são representativas de várias fases de produção da artista que definiu um novo paradigma na pintura portuguesa contemporânea”.

“Sediado no cruzamento de memórias pessoais com múltiplas referências da tradição pictórica e literária internacionais, o trabalho de Paula Rego caracteriza-se por uma obsessiva abordagem aos aspetos mais sombrios, profundos e ambíguos das relações humanas e das articulações entre o indivíduo e o coletivo. A pintora explora desassombradamente temas como o poder e a obediência, a dor física e psicológica, a vergonha e o orgulho, a violência, a solidão e a sociabilidade”, explica a nota.

A inauguração da exposição decorre a 8 de julho, no dia da município e da cidade de Chaves, no distrito de Vila Real, explicou a autarquia em comunicado.

No dia 9 de julho haverá visitas guiadas gratuitas abertas à população, que terão de ter agendamento prévio, pode ler-se na nota.

“A exposição de Paula Rego será expandida com uma ‘maratona’ de visitas gratuitas, livres ou guiadas, mediante marcação prévia. As visitas estão programadas de 30 em 30 minutos, e poderão ser agendadas das 10:30 às 12:30 e das 14:30 às 18:30, com lotação máxima de 10 visitantes por grupo”, explicou ainda.

Durante o processo de montagem da exposição, a entrada para a exposição “Nadir, Subjectum” terá uma redução de preço de 50%, entre 30 de junho e 8 de julho, acrescentou a autarquia.

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