Construída no final do século XIII e Monumento Nacional desde 1910, a capela que está no morro do Castelo de Leiria passou, para lá do serviço religioso, por diferentes usos ao longo dos séculos, servindo de celeiro, prisão ou teatro.

Há muito dessacralizado, o edifício foi requalificado nos últimos meses, numa intervenção que custou 370 mil euros e que contou com financiamento comunitário.

Segundo a vereadora da Cultura do município de Leiria, a intervenção visou “disponibilizar ao público para fruição cultural um espaço classificado como Monumento Nacional e exemplar único de um templo românico no concelho”.

De acordo com Anabela Graça, a capela foi apetrechada com “sistema de som e luminotécnico” para receber espetáculos de índole cultural variada.

A primeira iniciativa que assinala a reabertura está agendada para quinta-feira e integra a programação das Jornadas Europeias do Património: o ensemble ‘O Bando de Surunyo’, que se dedica ao estudo e divulgação de música ibérica dos séculos XVI e XVII, leva à Igreja de São Pedro "Ũa enselada ibérica".

O ciclo de música antiga na igreja de Leiria decorre depois até dezembro e será complementado com outra “programação eclética com múltiplas dimensões”, pensada para funcionar “numa dinâmica de confluência com o Castelo e o mimo - Museu da Imagem em Movimento”, instalado ao lado do monumento, explica a vereadora.

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