"É um grupo diferente do normal. Integra músicos que sabem há muito tempo o que querem fazer. Há todo um passado ligado a uma determinada forma de cantar, de tocar e de pensar a música portuguesa", explicou o autor.

José Barros, fundador do Navegante, foi o impulsionador deste novo grupo que integra também Manuel Tentúgal (Vai de Roda), José Manuel David e Rui Vaz (ex-Gaiteiros de Lisboa), Artur Fernandes (Danças Ocultas), Sara Vidal (Luar na Lubre), Manuel Rocha (Brigada Victor Jara), Rui Costa (ex-Silence 4) e André Sousa Machado.

Será um encontro transversal de conhecimentos musicais distintos, mas com um ponto em comum: os ritmos e as polifonias da música tradicional e popular portuguesa, disse.

"No fundo trata-se de condensar, num espaço de construção musical, o mecanismo de constituição das sociedades humanas desde o início dos tempos: a miscigenação. Das pessoas e dos seus olhares sobre o mundo", lê-se na nota de imprensa divulgada hoje.

Segundo o músico, o primeiro álbum será gravado em abril, em Serpa, e a primeira apresentação oficial está marcada para junho.

O repertório da Companhia do Canto Popular "terá um pouco de tudo", de temas originais a outros do cancioneiro popular e de cada um dos músicos integrantes, mas reconfigurados perante esta nova formação.

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