“O compositor vai apresentar os melhores trabalhos instrumentais de uma carreira que se estende por cinco décadas”.

Segundo a mesma fonte, Egberto Gismonti vai oferecer “um recital íntimo", retrospetivo de uma carreira longa, "que se manifesta em dezenas de trabalhos originais e de importantes colaborações, uma carreira que foi bastas vezes distinguida com os mais exclusivos prémios e que nunca abandonou o terreno da invenção”.

Sublinha a Estoril Sol a “preocupação" de Gismonti “em expandir as suas possibilidades como músico”, e refere que desenhou "novos e fabulosos instrumentos", “porque a única maneira de executar a música que imaginava era, precisamente, traduzindo os objetos desse pensamento para a realidade”.

Atualmente com 70 anos, o músico carioca “continua a ser um inquieto explorador das possibilidades universais da música, recusando-se a reconhecer fronteiras entre linguagens, eras, continentes". "Até entre instrumentos, tratando a guitarra e o piano, entre outros, da mesma maneira, com a mesma intensidade e criatividade”.

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