De acordo com o plano, a 6 de março é inaugurada uma exposição sobre mobiliário francês do século XVIII, a partir da coleção do fundador, Calouste Sarkis Gulbenkian, e de peças emprestadas por outros museus, nomeadamente o Museu Nacional de Arte Antiga e o Musée des Arts Décoratifs, em Paris.

Com curadoria de Clara Serra, a exposição pretende mostrar as diferentes fases da produção de mobiliário francês, os materiais de eleição, as técnicas dos artesãos e a obra final, destinada aos palácios reais.

A 24 de abril, a galeria principal do Museu Calouste Gulbenkian acolherá "Esculturas Infinitas - Do Gesso ao Digital", com obras de 16 artistas contemporâneos, "selecionados pelo seu fascínio pela moldagem", e gessos da coleção da Faculdade de Belas-Artes de Lisboa.

A exposição "procura olhar de forma atenta para o papel desempenhado pela moldagem não só na escultura, mas também em vários aspetos do quotidiano", refere a fundação.

Antes de abrir em Lisboa, esta mostra, com curadoria de Penelope Curtis, diretora do Museu Calouste Gulbenkian, estará patente na Escola Nacional Superior de Belas-Artes de Paris, até 16 de fevereiro.

Em maio, o Espaço Projeto será ocupado por uma instalação da artista franco-argelina Zineb Sedira, intitulada "Standing Here Wondering Wich Way to Go", que "resulta de uma reflexão sobre as utopias dos anos de 1960, no contexto das novas independências africanas".

A temporada 2020 de exposições temporárias do Museu Calouste Gulbenkian incluirá ainda, a partir de junho, uma exposição que colocará em diálogo os universos artísticos do arménio Arshile Gorky e do português Jorge Queiroz.

Para o outono ficam reservadas duas exposições, "Faraós Superstars" e "René Lalique e a idade do vidro", ambas a inaugurar a 30 de outubro.

A primeira terá cerca de 250 peças provenientes de várias coleções europeias, incluindo peças arqueológicas e objetos contemporâneos, e foi concebida "em torno da figura do faraó e do lugar que o Antigo Egito ocupa" no imaginário coletivo, em cinco mil anos de História, "da Antiguidade aos dias de hoje", refere a fundação.

A segunda reúne uma centena de obras - entre joias, vasos, revestimentos decorativos e objetos do quotidiano - produzidas por René Lalique e que fazem parte da coleção do fundador Calouste Gulbenkian.

"A amizade de ambos, que durou meio século, levou o coleccionador a adquirir, entre 1899 e 1927, a quase totalidade das obras diretamente ao artista, com apenas uma exceção".

O edifício que alberga a Coleção de Arte Moderna do Museu Calouste Gulbenkian, onde se situa o Espaço Projeto, encerra em agosto, previsivelmente durante um ano e meio a dois anos. No entanto, as obras da Coleção de Arte Moderna continuarão a ser mostradas em Portugal e no estrangeiro.

Conhecido como Centro de Arte Moderna, o edifício será encerrado no âmbito do projeto de ampliação do jardim da Fundação Calouste Gulbenkian, por causa das obras do novo Parque Urbano da Praça de Espanha.

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