Promovido pela Academia de Música de Espinho, que gere também a Escola Profissional de Música desse mesmo concelho do distrito de Aveiro, o festival vinha-se realizando habitualmente em junho e julho, numa combinação de concertos gratuitos e pagos, mas é agora reagendado para o último trimestre do ano devido aos condicionamentos sanitários impostos ao setor cultural pela pandemia de COVID-19.

Ainda assim, a edição de 2020 voltará a contar com o apoio do Município de Espinho e levará a diferentes palcos da cidade artistas de diversas nacionalidades, reconhecidos pelo seu desempenho instrumental ou vocal em domínios desde a música de câmara até ao jazz.

Segundo a organização, o FIME vai assim "realizar-se pela primeira vez no outono, mantendo, contudo, e apesar da necessária adequação do programo a um novo contexto, os vetores estruturantes que o caracterizam ao nível da qualidade e diversidade da programação e da excelência dos intérpretes".

O cartaz do evento ainda não foi divulgado, mas, nas suas novas datas, o festival irá "entrecruzar-se-á com a programação regular do Auditório de Espinho", sala-mãe da Academia, o que a organização acredita que reforçará a oferta cultural da casa num período já habitualmente mais generoso em termos de espetáculos.

A expectativa é de que daí resulte uma gama de propostas "muito consistente e abrangente, seguramente mobilizadora e apta a dar o seu contributo para as dinâmicas da criação artística, da programação cultural e da fruição da arte que todos ambicionam reencontrar na sua expressão mais autêntica" após os condicionalismos determinados pela atual pandemia.

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