A partir de 13 de novembro, o Teatro Stephens acolhe a sexta edição de um festival que sobrevive pela “vontade grande do município da Marinha Grande”, explica César Cardoso.

“Manter o festival numa altura destas é algo muito complexo”, admitiu o diretor artístico à agência Lusa, realçando, contudo, a importância de avançar com uma programação que conta nomes fortes do panorama nacional:

“Nestes tempos difíceis para todos, o festival tem um papel importantíssimo na saúde mental das pessoas que anseiam por ver espetáculos, bem como no contributo ao apoio essencial a um setor da nossa atividade que são os músicos”.

Na Marinha Grande vão estar quatro formações que representam “a diversidade de gerações e de sub-estilos que existem atualmente em Portugal na área do jazz”, avança o responsável pela programação, que juntou músicos da nova geração “que já são afirmações” e artistas “já consagrados com muitos anos de jazz”.

O festival arranca a 13 de novembro com o quarteto do saxofonista Ricardo Toscano, levando ao palco do Teatro Stephens no dia 14 o trio "Círculo", que junta a voz de Rita Maria ao piano de Luís Figueiredo e ao contrabaixo de Mário Franco.

O mais recente disco de Rui Caetano, "Output", é apresentado a 20 de novembro e o projeto “Entre Paredes”, do sexteto de Bernardo Moreira, fecha o festival no dia 21.

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