"A necessidade de renovar-se, de não criar mais um festival porque sempre criou muita expectativa e a necessidade de não desiludir quem sempre nos apoiou, seja publicamente seja de forma privada e de ter em consideração o mercado e as suas evoluções, foi tudo isto que nós nos fez parar para refletir e reformular e conseguirmos, propor de uma forma mais inovadora", explicou Arcângela Savino.

Em 2019, o FLM cumpriria a nona edição e Arcângela Savino reconhece que os apoios financeiros também estiveram em linha de conta nesta decisão.

"É claro que que nós tivemos de fazer as contas e ter em consideração os apoios que sempre nos foram fornecidos", explica, reconhecendo que se têm deparado com "algumas dificuldades" mas que esta "é a realidade".

Com a totalidade de apoios - valor que não quis especificar - Arcângela Savino diz não ser possível multiplicá-los, logo, pelo que lhes é proposto em termos de festival, o evento tem de ser reformulado.

"Temos de reformular tendo em consideração o que temos. Temos de ser capazes de inovar, também, tendo em consideração tudo. Na base da reformulação do festival há todos esses pressupostos", explica.

Apesar da decisão, Arcângela Savino afiança que o FLM voltará "em breve", esperando não desiludir, mas sim "surpreender".

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