De acordo com o autarca, “a próxima edição será muito especial, assinalando os 50 anos do 25 de Abril e os 500 de Luis de Camões”, que terá nascido em 1524 e morrido em 10 de junho de 1580.

A oitava edição do festival, que abriu portas no dia 12, deverá ter sido visitado por entre 80.000 e 90.000 pessoas, disse Filipe Daniel, no encerramento do evento que “conseguiu crescer 22% relativamente a 2022”.

O festival contou nesta edição com um programa que integrou 14 mesas de autores, 108 conversas e tertúlias, 40 apresentações e lançamentos de livros, 40 espetáculos e concertos, 21 exposições e 18 sessões de leitura e poesia na vila por onde, nos 11 dias, passaram um total de 603 autores e criadores.

No encerramento do Folio, o autarca afirmou que o festival “consagrou-se como um dos mais importantes eventos culturais” a nível internacional, representando “um imprescindível elevador cultural para Óbidos e para a região”.

Esta foi a primeira edição do festival realizada sem o seu mentor e dinamizador, José Pinho, que morreu em maio deste ano.

A primeira edição do Folio – Festival Literário Internacional de Óbidos realizou-se em 2015, sem um tema específico, tendo-se seguido os temas "Utopia" (2016), "Revoluções, Revoltas e Rebeldias" (2017), "Ócio, Negócio: a invenção do futuro" (2018) e o "Tempo e o Medo" (2019).

Após o interregno provocado pela pandemia em 2020, o Folio voltou em 2021 com o tema "Outro", em 2022 com "Poder" e, este ano, sobre o tema "Risco".

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