“É a nova realidade, trazida pela pandemia que fez parar o mundo” e “uma vez decretado o estado de emergência, Miguel Furtado Martins, psicólogo forense de formação e apaixonado pela fotografia, viu-se confinado entre a casa e o trabalho, em circunstâncias que despertaram inevitavelmente o seu interesse por registar o que estava a viver e a ver viver”, lê-se na apresentação da mostra.

Miguel Furtado Martins nasceu em Lisboa há 30 anos, é licenciado em Psicologia Forense e da Exclusão Social, pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT), tendo realizado o seu estágio curricular no Estabelecimento Prisional da Polícia Judiciária de Lisboa e profissional na Associação para Serviços de Apoio Social, onde atualmente exerce funções. A fotografia, segundo o museu, “surge-lhe como meio privilegiado de expressar e comunicar”.

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