O quadro datado de 1954, proveniente de uma coleção privada, partia com uma estimativa entre 600 mil e 800 mil euros.

A tela de Vieira da Silva - com 73,2 por 92 centímetros - constava entre as obras de arte do século XX apresentadas no catálogo do leilão, a par de artistas como Pablo Picasso, Roy Lichtenstein, Andy Warhol, Joan Miró ou René Magritte.

Anunciado como um novo formato no quadro da pandemia COVID-19, o leilão presencial e online começou em Hong Kong, passou para Paris, e continua em Londres e Nova Iorque.

O leilão reúne ainda obras de arte de artistas de renome, como Robert Rauschenberg, Alexander Calder, Georgia O´Keefe, Jean-Michel Basquiat ou Lucio Fontana.

O quadro de Vieira da Silva foi comprado à Galerie Pierre, de Paris, em 1960, por um colecionador do Canadá e, em 2013, foi vendida num leilão da Sotheby’s ao atual proprietário.

Na altura, foi vendido por 445 mil euros, e agora surge no catálogo do leilão “ONE: A Global Sale”, da Christie's, com uma estimativa entre 600 mil e 800 mil euros.

Em 2018, outra obra de Vieira da Silva, “L´Incendie 1” (“O Incêndio”), foi leiloada em Londres, pela mesma leiloeira, por um valor recorde para a artista de 2,290 milhões de euros.

Pintada em 1944, a obra partia, na altura, com uma estimativa de base entre 1,2 milhões de euros e 1,6 milhões de euros.

No leilão, que ainda está a decorrer, já foram vendidas obras como “Portrait de Maurice Drouard”, de Amadeo Modigliani (1884-1920), por 4,4 milhões de euros, “Pourlèche Fiston” de Jean Dubufett (1901-1985), por 6,5 milhões de euros, ou “Au dessus de Vitebsk”, de Marc Chagall, por 754 mil euros.

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