Em declarações à agência Lusa, um dos fundadores daquela rede, Fernando Gomes, explica que esta organização surgiu da necessidade de ajudar muitas pessoas que, estando no mundo da cultura, "estão isoladas e não trabalham com uma estrutura" que lhes dê apoio, procurando desta forma dar-lhes alguma ajuda.

"A RCS é uma iniciativa com objetivos culturais e sociais. Por um lado, muitas pessoas que fazem cultura em Sintra não se conhecem e, depois, é importante promover novos valores que, não tendo associações próprias, podemos ajudar a crescer. No fundo, o que pretendemos é a captação de sinergias em prol da cultura", explica Fernando Gomes.

O fundador explica que, entre os objetivos da rede, está a manutenção de um "diálogo constante com os outros interlocutores da cultura no concelho" e reforça que esta estrutura "não se substitui às organizações já existentes e funcionará na base na colaboração voluntária dos seus integrantes".

Quanto a iniciativas, embora a pandemia de COVID-19 limite, por agora, planos mais concretos, Fernando Gomes promete a realização de uma mostra trimestral, avançado ainda que estão em estudo o agendamento de tertúlias e pequenos concertos online, e que a rede facultará ainda um "apoio de retaguarda na área jurídica", assim como ajudará os artistas sintrenses na busca de apoios e formação.

Em comunicado de apresentação, a RCS lembra que Sintra é "um espaço multifacetado onde confluem as artes e a vida cultural, constituindo um panorama diversificado composto pelos testemunhos visuais, literários e performativos".

Atualmente, a Rede Cultural de Sintra tem já mais de 120 aderentes, entre escritores, poetas, historiadores e atores.

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