O músico portuense PZ lançou no final de abril o seu sexto álbum, “Selfie-Destruction”, no qual "o minimalismo eletrónico serve de pano de fundo para letras em que reflete, com humor, sobre si mesmo e sobre a trágica condição humana", assinala a promotora em comunicado.

O disco vai agora ser apresentado ao vivo, no dia 10 de julho, no Piso 1 do Lux, em Lisboa. "A mística pijamística invade o palco de pantufas com PZ e a Banda Pijama. Um espectáculo de música electrónica que nos leva a uma realidade paralela, cantada em português e populada por sons do além que provêm de sintetizadores, caixas de ritmos, baixo, guitarra, tudo serve para dar forma a uma experiência fora do vulgar", resume a promotora.

“É um álbum que faz sentido lançar neste momento, em que me atirei de cabeça, com músicas mais nuas e cruas. Onde o minimalismo eletrónico será a nota dominante, e onde exponho as minhas ideias, neuroses, dúvidas, onde tento não me levar muito a sério e rir-me perante a trágica condição humana, sentimentos exacerbados por esta altura surreal que estamos a viver”, descreveu PZ, em entrevista à Lusa.

A partir da chegada da pandemia de COVID-19, nos primeiros meses de 2020, o disco foi ganhando forma, no modelo habitual: depois de desenvolver instrumentais, começou a fazer letras.

“A pandemia, como pano de fundo, inspirou-me para algumas músicas, outras fui resgatar aos confins da memória. (...) Há duas músicas que escrevi para uma peça de teatro, ‘Could Be Worse’, que fez sentido incluir neste disco”, acrescentou.

Um artista “de pijama”, um elemento que sempre fez parte da forma de estar na música, a gravar de casa, do quarto, essa indumentária “representa um lado preguiçoso e lamacento de fazer música”, que desta feita se estenderam também a dois videoclips, filmados pelo próprio PZ em confinamento.

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