No início de março, Tom Hanks e a sua esposa, Rita Wilson, estiveram entre as primeiras figuras públicas a anunciar que tinham testado positivo para o então mais conhecido como o "novo coronavírus".

Ambos diagnosticados quando o ator estava na Gold Coast australiana para filmar um "biopic" de Elvis Presley, a novidade causou choque mundial.

Desde então, o casal recuperou completamente e regressou a Los Angeles, onde permanece em isolamento.

Com conhecimento direto sobre os efeitos da pandemia, Tom Hanks está agora preocupado com agravamento dos números de infeções nos EUA e as pessoas que se recusam a seguir as medidas de prevenção.

"Só há realmente três coisas que podemos fazer para chegar ao próximo dia: usar uma máscara, distância social, lavar as nossas mãos", recordou numa entrevista coletiva (virtual) para promover o seu novo filme, citado pela revista People.

O comentário surgiu no contexto de um debate sobre a forma como o mundo tem lidado com a atual situação e as personagens de "Greyhound", que decorre durante a Segunda Guerra Mundial.

"Estas coisas são tão simples, tão fáceis, se alguém não consegue praticar essas três coisas básicas... acho que deviam ter vergonha", reforçou.

O ator recordou é uma questão de cada um "fazer a sua parte" e que se trata de "algo muito básico", dentro do género de preocupações que as pessoas tomam noutras situações.

"Quando se vai a conduzir, não se vai demasiado depressa, usa-se os piscas e evita-se atropelar peões. Meu deus, é uma questão de senso comum", desabafou.

"Greyhound" estava anunciado para os cinemas em maio, mas acabou por ser adiado por causa da pandemia. Com os cinemas a permanecerem fechados, acabou por ser comprado pela Apple TV, onde ficará disponível a 10 de julho.

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