Aos 23 anos, Troye Sivan edita o seu segundo disco de originais. "Bloom" chegou esta sexta-feira, dia 31 de agosto, aos serviços de streaming e as lojas em formato físico. Ao longo de 10 canções, o cantor nascido em Joanesburgo tenta provar porque é que é considerado uma das novas promessas da música pop.

Oiça o novo disco de Troye Sivan

O disco abre com "Seventeen" e conta com duetos com Ariana Grande ("Dance to This") e Gordi ("Postcard"). O jovem artista canta sobre a sua vulnerabilidade, as experiências de um jovem gay no século XXI ou os momentos que o entusiasmam.

"É como uma afirmação ousada - poder resumir a minha vida, onde estou e quem sou como músico e como compositor em dez canções. Isso pareceu-me interessante e um desafio", conta Troye Sivan em entrevista à revista Variety.

O músico australiano, nascido na África do Sul, é, nas palavras da revista Pitchfork, um ícone gay moderno do cenário musical.  "Compus canções para pessoas como eu, músicas honestas", frisa, acrescentando que não tenta representar "toda a gente" da comunidade LGBTQI.

Troye Sivan

Na entrevista à Variety, Troye Sivan conta que sentiu ter 14 anos ao gravar o vídeo do tema "Bloom". "Senti-me com 14 anos, outra vez. Tipo: 'está tudo bem?'. E claro que estava tudo bem. Era o que queria fazer. Senti-me bem. Senti-me sexy. Mas, no entanto, havia aquela homofobia interiorizada que me fazia duvidar de mim mesmo e questionar", revela.

Sobre o futuro, o artista confessa que não sente pressão para ser "a maior estrela pop do mundo". "Só quero ser capaz de continuar a fazer o que estou a fazer", frisa.

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