Este ano o festival, organizado pela autarquia, tem curadoria da escritora Adélia Carvalho e procurou reinventar-se em tempo de pandemia, com o formato mais tradicional do evento, com conversas, oficinas, cinema e atuações, a dar lugar a um programa mais colaborativo e descontraído, lê-se na nota de imprensa.

Entre os dias 26 e 28 de junho, o Onomatopeia propõe 12 horas de atividades, entre as 10:30 e as 22:30, com destaque para as "batalhas entre escritores", com moderador e tendo como ponto de partida uma onomatopeia.

Estão previstas batalhas literárias online entre Ondjaki e David Machado, entre António Mota e Isabel Zambujal ou entre José Luís Peixoto e Isabel Minhós Martins.

A pensar nos leitores mais novos, haverá ainda oficinas de língua portuguesa - de trava línguas ou lengalengas -, leituras de contos e, a fechar o dia, uma canção de embalar, interpretada em direto por Mafalda Veiga acompanhada de ilustrações de Cátia Vidinhas, Evelina Oliveira e Sérgio Condeço.

Na Rua de S. Mamede e no Largo do Centenário, em Valongo, será possível escutar "Histórias da minha rua", uma "instalação sonora comunitária" assinada pela jornalista Sandy Gajeiro com a participação do público.

Quem passar naquelas ruas verá ainda esculturas de Carla Monteiro e, no comércio, haverá uma intervenção de ilustração nas montras por Anabela Dias e Adélia Carvalho.

O grupo de teatro Pés na Terra e Cabeças no Ar, o festival IndieJúnior e as escritoras Ana Saldanha e Ana Luísa Amaral também estarão presentes no Onomatopeia.

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