A imprensa quer arranjar-lhe namorado e os «paparazzi» não a largam, mas Rita Pereira parece estar cem por cento dedicada à nova novela da TVI, «Meu Amor», e à sua personagem, «Mel».
Nesta história, da autoria de António Barreira, a actriz vai contracenar com nomes bem conhecidos, entre eles Alexandra Lencastre, Margarida Marinho, Nicolau Breyner ou Paulo Pires.

Nesta conversa com SapoTV, Rita desvenda alguns segredos de «Meu Amor»:

Começou as gravações de mais uma novela. Como estão a correr estes primeiros dias?

Estão a correr muito bem. Ao início estava um pouco reticente porque identificava esta minha nova personagem um bocadinho com a outra, a Alice de «Feitiço de Amor». Mas já consegui mudar isto e fui contra aquilo que inicialmente me pediram. Dei toques meus à personagem e acrescentei-lhe características que não estavam no percurso, na sinopse e no perfil que me atribuíram. Agora está a dar-me mais gozo.

E a sua personagem, «Mel», é mesmo uma mulher do campo?

Sim, é uma campónia. É uma personagem muito gira e tem sido muito divertido. Os meus amigos dizem que é impossível eu fazer de campónia porque não conseguem imaginar-me assim. Mas isso é que é giro - fazer coisas que não têm nada a ver connosco. E esta campónia não tem mesmo nada a ver comigo.

A «Mel» vem do Alentejo, certo? Tem sotaque alentejano?

Sim. Eles não queriam sotaque, mas eu pus (risos). Apanhei bem o sotaque alentejano e tenho a sorte de haver na equipa uma miúda que trata do guarda-roupa e que é de lá. Peço muitas vezes a ajuda dela para ler determinadas frases do guião.

A sua pesquisa passou por terras alentejanas?

Sim, estive por lá durante uns dias. Convivi com as gentes locais, ouvi como eles falam e se comportam. Foi muito importante.

A Rita Pereira tem liberdade para alterar as características da personagem?

Bem, se eles disserem que não querem que eu corte o cabelo, claro que não corto o cabelo. Mas quanto ao sotaque, foi fácil. Não estou a dar um sotaque completo à personagem. Só em algumas palavras, para que o público consiga perceber que a «Mel» vem do Alentejo.

Quem são os principais actores do seu núcleo na novela?

O Marco Delgado, o Manuel Cavaco (outra vez), o Rodrigo Menezes, a Sofia Ribeiro. E depois, como qualquer protagonista, vou cruzar-me com toda a gente.

A «Mel» vem do campo para a cidade e a dada altura é assaltada. Isso vai ter alguma influência no desenrolar da história?

Tem influência para a minha personagem. Um episódio desses, envolvendo uma rapariga que vem do campo e é assaltada mal chega à cidade, deixa marcas e faz com que ela passe a andar na rua com maior precaução. Mas esse acontecimento não influencia toda a história, isso não. É um momento apenas.

Vai haver um grande amor na história?

Sim, claro, como em todas as personagens que já fiz.

E podemos saber quem é?

Vão ser vários...(risos). Mas é a «Mel», não é a Rita Pereira, que anda a rondar os homens (risos)! São umas certas pessoas. Não posso revelar ainda.

«Mel», porquê?

A minha personagem chamava-se Carmelita e, daí, passou para «Mel», um nome mais abreviado. A novela vai ser um sucesso e a história é mesmo muito boa. O público vai gostar, principalmente porque o elenco não podia ser melhor. Esperem para ver a Margarida Marinho, que está absolutamente deslumbrante!

(Entrevista de Joana Côrte-Real)

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