"Messiah", nova aposta da Netflix que estreou no dia 1 de janeiro de 2020, segue a história de um misterioso líder religioso que emerge no Médio Oriente e que é perseguido por todo o planeta pela CIA.  A série tem dado que falar, estando já a circular uma petição no site Change.org que a apela ao boicote.

No abaixo-assinado online, que conta já com mais de quatro mil assinaturas, os subscritores pedem ainda que a série seja cancelada por ser "islamofóbica". Os criadores da petição descrevem ainda a produção como "propaganda maligna e anti-islâmica", embora a série nunca especifique a que religião pertence o enigmático líder, a quem as personagens chamam de "Messias" e "Al-Masih", entre outros nomes.

Veja o trailer:

"Messiah" imagina como é que a sociedade moderna reagiria ao surgimento de uma figura religiosa deste tipo, divulgando a sua mensagem rapidamente pelas redes sociais num mundo afetado pelas "fake news" e ciclos de notícias intermináveis.

As ações decorrem no Médio Oriente e nos Estados Unidos. As personagens, como a obstinada agente da CIA interpretada por Michelle Monaghan, vão do inglês ao hebraico, passando pelo árabe, às vezes na mesma conversa.

"Uma agente da CIA investiga um carismático homem que iniciou um movimento espiritual e que anda a causar agitação política", descreve o serviço de streaming na página dedicada à série.

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