Entre "Fargo" (1996) e "Este País Não é Para Velhos" (2007), os irmãos Joel e Ethan Coen ganharam quatro Óscares.

A estes prémios juntam-se ainda muitos outros prémios, a coroar uma carreira dos realizadores, argumentistas e editores que começou com o clássico "Sangue por Sangue" (1984) e inclui títulos como "Arizona Junior" (1997), "História de Gangsters" (1990), "Barton Fink" (1991), "O Grande Lebowski" (1998), "Irmãos, Onde Estás (2000), "Um Homem Sério" (2009), "Indomável" (2010) e "A Propósito de Llewyn Davis" (2013).

Mas os alarmes dos fãs dispararam após Carter Burwell, o habitual compositor dos seus filmes, ter assumido que o último trabalho da célebre dupla pode ter sido "A Balada de Buster Scruggs" (2018), lançado pela Netflix.

Após Ethan Coen, com 63 anos, decidir fazer uma pausa para trabalhar em peças de teatro, "The Tragedy of Macbeth", uma nova adaptação da peça de William Shakespeare, com Denzel Washington e Frances McDormand, previsto para ser lançado no outono, é realizado apenas por Joel Coen (marido de Frances), que é três anos mais velho do que o irmão.

A "pausa" pode vir a ser permanente, mas a separação é amigável.

“O Ethan simplesmente não queria mais fazer filmes. O Ethan parece estar muito feliz a fazer o que está a fazer e não tenho certeza do que Joel fará depois do [Macbeth]”, referiu Carter Burwell no podcast Score.

O compositor não tem palavras animadoras, apesar de revelar que os irmãos têm "imensos" argumentos prontos nas várias prateleiras ainda por fazer.

"Espero que eles voltem a esses. Li alguns e são ótimos. Todos nós estamos numa idade em que simplesmente não sabemos... podíamo-nos todos reformar. É um negócio maravilhosamente imprevisível", acrescentou.

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