O filme, que está a ser
totalmente rodado em Coimbra, conta a história de Nuno, um homem que trabalha numa roulote que vende bifanas e inventou um digitalizador de pés, uma máquina que promete revolucionar a indústria do calçado.

A acção situa-se numa altura em que decorre um embargo petrolífero e em que Nuno vive completamente obcecado em vender a máquina.

«A ideia de fazer este filme surgiu quando eu tinha 17 ou 18 anos, em que cheguei a começar a filmá-lo ainda que de uma forma muito amadora», disse
António Ferreira à Lusa, acrescentando que acabou por só vir a concretizá-la vinte anos depois.

Acrescentou que durante a última greve dos camionistas em Portugal lhe surgiu a ideia de voltar a filmar
«Embargo», altura em que previu realizar uma curta-metragem, para a qual veio a obter um subsídio de 43 000 euros do
Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA).

«A ideia inicial de fazer uma curta-metragem acabou por se tornar na realização de uma longa-metragem para a qual não recebemos qualquer outro subsídio», acrescentou.

O filme está orçado em 250 mil euros e deverá ter a primeira cópia de montagem concluída em Novembro deste ano devendo depois apresentar-se nos concursos internacionais e só em meados de 2010 estrear nas salas portuguesas, acrescentou António Ferreira.

Produzido pela
Zed Filmes - Curtas e Longas, a obra conta com o actor de Coimbra
Filipe Costa no papel de protagonista.

No elenco figuram ainda
Cláudia Carvalho,
Pedro Diogo,
José Raposo e
Fernando Taborda.

Fonte: Lusa

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