"Estou sempre a dizer que me vou reformar. Bem, agora vou", adiantou o ator, que tem o título de cavaleiro britânico, depois de ter recebido boas críticas pelo seu último desempenho.

Com uma extensa filmografia, que inclui filmes como "Zulu" e "Um Golpe em Itália", Caine participou em mais de 100 filmes ao longo de uma carreira de sete décadas.

Na última película, estreada em 06 de outubro, interpreta o veterano da Segunda Guerra Mundial Bernie Jordan, que fugiu de um lar de idosos para assistir às celebrações do Dia D, em França.

"Os únicos papéis que consigo agora são de homens de 90 anos. Ou talvez 85", disse no programa "Today", da Radio 4 da BBC.

Caine acrescentou que “não se arranjam protagonistas aos 90 anos, arranjam-se rapazes e raparigas jovens e bem-parecidos”.

Michael Caine confidenciou que recusou três vezes antes de aceitar o último papel, que protagonizou ao lado de Glenda Jackson, que morreu em junho.

A retirada do ator acontece um mês antes do lançamento do romance de Caine "Deadly Game", sobre as aventuras de um detetive que não respeita a burocracia.

"Há anos que a minha ambição é escrever um ‘thriller’. É o género que mais gosto de ler e estou ansioso por trabalhar em ´Deadly Game`", frisou o ator, que manifestou a esperança de que "os leitores gostem de conhecer" a sua personagem, Harry Taylor.

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