Em competição, vão estar 78 filmes de ficção e documentários, de mais de 25 países, anunciou hoje a organização do festival, em nota de imprensa enviada à agência Lusa.

"Em tempo de pandemia, a 26.ª edição do CineEco traz um novo olhar sobre a premente consciencialização e urgência no debate sobre os temas ambientais", referiu a organização.

Na competição internacional de longas-metragens, volta a ser abordado o tema dos fogos florestais, com filmes do espanhol Oliver Laxe e da alemã Kathrin Reichwald.

Um filme sobre uma campanha científica para preservar a Antártida, uma reflexão sobre o vegetarianismo, a história de comunidades indígenas ou a vivência pessoal de uma realizadora francesa que troca a Europa por Minas Gerais, no Brasil, são outras das propostas do CineEco na competição internacional de longas.

Já a competição de curtas conta com 34 obras a concurso, "destacando-se o aumento do número de obras portuguesas, em relação às edições anteriores", salientou o festival.

Devido ao contexto de pandemia de COVID-19, o acesso do público a espaços fechados será limitado, estando a lotação das salas diminuída para metade da sua capacidade total.

"Dadas as circunstâncias, não está prevista a presença de alunos do 1.º ciclo e jardim-de-infância, que habitualmente se deslocavam ao CineEco. Haverá, também, uma diminuição do número de convidados, como realizadores, elementos do júri da juventude, padrinhos, entre outros", acrescentou.

Para chegar a mais pessoas, a organização do festival pretende "reforçar o conjunto de extensões ao longo do ano".

O programa vai ainda contar com um concerto, na abertura do festival, e duas exposições de fotografia e cinema, entre outras atividades paralelas.

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