Quando Pierce Brosnan fez "007 - Morre Noutro Dia" (2002) ao lado de Halle Berry, não fazia ideia que seria a última vez que iria vestir a pele do agente secreto. E estava a fazer um filme nas Bahamas quando os agentes lhe ligaram a dizer que as negociações tinham terminado.

O estúdio e os produtores tinham simplesmente decidido ir noutra direção.

Quase 15 anos mais tarde, Daniel Craig supostamente não está na mesma posição: todos estão interessados em que faça pelo menos mais um filme e ele podia decidir o que quer depois dos seus quatro filmes, "Casino Royale", "Quantum of Solace", "Skyfall" e "Spectre", terem sido grandes sucessos comerciais e com exceção do segundo, muito elogiados.

Não existem notícias sobre a produção do próximo filme, mas durante uma entrevista ao The Short List para a promoção de "Irmãos e Espiões", uma comédia onde Sacha Baron Cohen goza com os filmes de espionagem, Mark Strong, amigo de longa data de Craig, pode ter feito uma inconfidência.

"Teria adorado ser o vilão num filme de Bond quando era feito por Daniel porque é um amigo e teria sido óptimo. Mas acho que ele chegou ao fim do seu tempo Bond e provavelmente nunca vai acontecer, mas isso teria sido sempre óptimo. Tendo interpretado tantos vilões, teria sido maravilhoso ser o vilão dos vilões, se assim se pode dizer. Porque um vilão Bond tem todo um estatuto próprio."

O ator acrescentou que "existem poderes a trabalhar acima de nós que tomam todas essas decisões" e que "ele [Craig] sente que tirou tudo o que tinha a tirar".

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