Yang, conhecida por seu currículo de sucesso que inclui "The Joy Luck Club" (1993) e "Larry Flint" (1996), é a quarta mulher a ser escolhida para liderar a nata dos cineastas de Hollywood, e a primeira de origem asiática.

A produtora de 66 anos substituirá David Rubin, no cargo desde 2019.

Os membros da Academia, que recentemente inaugurou um museu em Los Angeles, votam todo ano para eleger os vencedores dos Óscares.

Em comunicado, o diretor executivo da Academia, Bill Kramer, elogiou o trabalho de Yang, em particular em áreas como "recrutamento de membros, liderança, equidade, diversidade e inclusão".

"Estou emocionado por ela assumir esse papel e não vejo a hora de trabalhar com ela servindo os nossos membros, celebrando as colaborativas artes e ciências cinematográficas e inspirando a próxima geração de cineastas", escreveu.

A Academia passou por várias controvérsias nos últimos anos, incluindo acusações de falta de diversidade racial. A ausência de indicados negros aos Óscares levou à criação do movimento #OscarsSoWhite em 2015.

Desde então, o grupo cumpriu com o compromisso de duplicar o número de mulheres e representantes de minorias até 2020, expandido de 6 mil membros para quase 10 mil.

Hoje, cerca de 19% dos integrantes da Academia são de comunidades étnicas e raciais com pouca representação.

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