Quando Uma Thurman se tornou 'A Noiva', a assassina vingativa de "Kill Bill", estava longe de imaginar o impacto que a personagem ia ter nas mulheres.

Apesar de  lançados nas salas em 2003 e 2004, os dois filmes realizados por Quentin Tarantino, continuam a ser encarados como um só e a atriz de 47 anos assistiu à sua exibição ao ar livre durante o Festival Internacional de Karlovy Vary em Praga (República Checa), admitindo que é um dos momentos mais altos da sua carreira.

"As mulheres vinham ter comigo e diziam que de uma forma ou de outra - partilhavam algumas coisas -, que esse filme as ajudou nas suas vidas", revelou.

"Quer se sentissem oprimidas ou em dificuldades ou tivessem um mau namorado ou se sentissem mal em relação a elas mesmas, esse filme libertou nelas alguma energia de sobrevivência que foi benéfica, e essa é provavelmente uma das coisas mais gratificantes que alguma vez experimentei como resposta a uma obra de arte", acrescentou.

"Kill Bill" aborda a vingança de uma mulher contra os camaradas de armas que a deixaram às portas da morte durante um tiroteio no seu próprio casamento. No elenco faziam ainda parte David Carradine, Vivica A. Fox, Michael Madsen, Lucy Liu e Daryl Hannah.

Há vários anos que Tarantino fala de um possível terceiro filme.

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