Russell Crowe recusou entrar na trilogia "O Senhor dos Anéis" e a decisão custou-lhe uma fortuna.

O ator esteve no programa de Howard Stern, que puxou pela tema e fez as contas: como o estúdio prometeu 10% das receitas, o "prejuízo" foi de 100 milhões de dólares.

O equivalente a 87,75 milhões de euros, sem contar com a inflação em cima dos filmes lançados entre 2001 e 2003.

O papel era de Aragorn, que ficou disponível após Peter Jackson dispensar Stuart Townsend por ser muito novo em meados de 1999.

Acabado de sair da rodagem de "Gladiador", Russell Crowe esclareceu que a decisão foi tomada por intuição: "Acho que o Peter Jackson não me queria realmente no filme. Acho que foi forçado [pelo estúdio] a falar comigo, porque houve uma altura no tempo em que toda a gente me queria em tudo.  E ele é neozelandês como eu e podia ouvir a sua voz ao telefone. E o que pensei é que ele nem sabia o que eu tinha feito. O meu instinto é que ele tinha outra pessoa na cabeça, que acabou por ser o Viggo Mortensen, e devia ser-lhe permitido contratar o ator que queria".

O ator ainda se mostrou menos arrependido quando Howard Stern recordou que também recusou ser Wolverine no primeiro "X-Men", que acabaria por ir para Hugh Jackman.

"Mesmo que tivesse feito o filme, nunca teria continuado [ao longo dos anos] com a graciosidade e orientação que o Hugh lhe deu", garantiu.

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