Esta terça-feira (7), Jean-Luc Godard fez uma aparição rara em "público", respeitando as regras de distanciamento social, para dar uma "masterclass" sobre "imagens nos tempos do coronavírus".

Por vezes a fumar charuto, o lendário cineasta suíço, com 89 anos, falou da sua casa via FaceTime com Lionel Baier, responsável pelo departamento de cinema da Escola Cantonal de Arte de Lausanne (ECAL) e também co-fundador da produtora Bande à Part Films (que é também o título de um filme de referência de 1964 do próprio Godard).

Durante a conversa de quase hora e meia surgiram vários temas relacionados com a imagem, linguagem, a Sétima Arte e a filmografia do símbolo da Nova Vaga graças a títulos como "O Acosssado", "Viver a Sua Vida", "O Desprezo" e "Pedro, o Louco", mas igualmente da admiração pelo cinema de Éric Rohmer (1920-2010) e Francis Reusser (1942), de estar fora das redes sociais, das suas ocasionais falhas de memória, e ainda de literatura, pintura, ciência, medicina e comunicação.

A conversa estará disponível nas "stories" do Instagram da ECAL durante 24 horas.

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