Fisher, que morreu em dezembro aos 60 anos, e Hamill eram amigos desde que interpretaram os gémeos Princesa Leia e Luke Skywalker na épica saga de ficção científica, que arrancou em 1977.

"Gostaria de mostrar meu profundo respeito pela incrível irmã espacial que tive em Carrie Frances Fisher," disse Hamill, de 65 anos, muito emocionado.

"Fomos como irmãos, para o bem e para o mal. Tivemos grandes discussões."

Fisher tornou-se muito popular em 1977 por sua interpretação icónica como Leia, mas exercia também o papel de atriz, autora, realizadora, argumentista e ainda advogava pela conscientização sobre saúde mental.

O seu último filme da saga "Star Wars", e também seu último papel ao lado de Hamill, será "Star Wars Episódio VIII: O Último Jedi", que deverá estrear em dezembro.

"Que grande emoção foi voltar em 'O Despertar da Força' nesta altura de nossas vidas. Tínhamos um grande nível de confiança um com o outro, podíamos confiar um no outro, e existia um profundo respeito", disse Hamill.

"Sei que se ela estivesse aqui esta manhã teria-me mostrado o dedo do meio pelo menos duas vezes".

O presidente da Disney, Bob Iger, falou do "talento, inteligência e amizade" e decreveu a atuação final de Fisher em "Star Wars" como "lendária".

Iger leu uma carta da filha de Fisher, a atriz Billie Lourd, que atualmente participa da série "American Horror Story" do canal FX.

"Que a força esteja sempre contigo", diz a carta, que foi muito aplaudida por cerca de 5 mil espectadores no Centro da Convenção de Anaheim, Califórnia.

Fisher e Hamill estão entre os artistas, ao lado de Oprah Winfrey e Whoopi Goldberg, que ganharam o prémio nestes 30 anos de "Legends Awards".

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