Mark Hamill reconheceu que foi indiscreto ao admitir publicamente que tinha uma visão muito diferente para Luke Skywalker do que aquela que apareceu em "Star Wars: Os Último Jedi" (2017), o segundo filme da terceira trilogia.

Porém, não é algo inédito: algumas das suas ideias para o jovem Jedi na primeira trilogia (1977-1983) também ficaram pelo caminho.

Em declarações à rádio SiriusXM, o ator recordou as suas conversas com o criador da saga George Lucas após o "Episódio V - O Império Contra-Ataca" (1980) e de se ter queixado de algo "tão previsível e reconfortante" que lera no argumento do que que viria a ser "O Regresso de Jedi" (1983).

A resposta de George Lucas não deu hipóteses para uma reação: "Mark, não te esqueças que estas coisas foram feitas para crianças".

"Ele sabe o que quer e percebi que tinha razão", recordou o ator.

"Ele disse que todos os contos de fadas ficam bem resolvidos no final, porque pensei que após o 'Império' devíamos ir numa direção o mais louca possível com o último", acrescentou.

O ator rematou com o estatuto (incluindo o monetário): "Há uma razão para o George estar onde está e eu estar onde estou".

Pressionado a revelar sobre qual era a sua visão para a derradeira jornada de Luke, Mark Hamill esperava que se tornasse mau.

"Como estava todo vestido de preto, pensei que iria para Lado Negro [da Força] no último. Claro que teria de se redimir, mas foi isso que senti que estava a acontecer com o episódio anterior", explicou.

"Sabem, todos os atores querem interpretar o seu irmão gémeo mau", acrescentou a rir.

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