Chegaram a atuar juntos numa gala de caridade em 2006 e até existe uma imagem bem afetuosa de uma cerimónia de prémios em 2012, mas agora Jim Carrey teve de desmentir a existência de uma "zanga amarga" com Robin Williams.

No início da semana, uma biografia lançada por Dave Itzkoff, jornalista do New York Times, sobre o ator e comediante falecido em 2014, inclui um capítulo sobre os seus ciúmes de Carrey.

Entre outros pormenores, o livro destaca que se sentiu ameaçado pela ascensão meteórica do colega mais jovem, que aconteceu em 1994 com os sucessos de "Ace Ventura - Detective Animal", "A Máscara" e "Doidos à Solta", e ficou chateado quando este aceitou o papel do Enigma em "Batman Para Sempre" (1995) que ele tinha rejeitado.

Cheri Minns, antiga caracterizadora de Robin Williams, confirma estas inseguranças na biografia, bem como a abordagem filosófica que a antiga mulher do ator teve perante a "ameaça" à sua posição no mundo da comédia: disse para ele se acalmar e aceitar que havia "espaço para outras pessoas" em Hollywood.

A partir destes pormenores, o RadarOnline publicou um artigo a descrever uma "zanga amarga" entre os dois que rapidamente se espalhou pela Internet, mas Jim Carrey veio agora dizer que não existia qualquer má relação pessoal (que também não é sugerida no livro) e que se trata de uma má interpretação do que foi escrito.

"O RadarOnline está completamente errado e a criar uma zanga que não existia. O Robin pode ter expressado insegurança sobre mim e a minha ascensão ao sucesso, mas eu nunca tive nada que não fosse respeito por ele e o seu génio. Pessoalmente, ele também foi sempre respeitoso comigo. Chamava-me 'Maestro' e eu chamava-o 'Billy the Kid'. Vamos deixar isto claro. Não existe zanga se um lado não sabe de nada", disse ao Gossip Cop.

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