Apaixonada pelo fado, a artista aproveitou a sua paixão para ligar a cultura milenar chinesa ao património do fado.

A cantora criou uma fusão entre as duas culturas através dos instrumentos e da sua voz, e transformou a música dos dois países num efeito novo, mantendo a sonoridade tradicional:

Imagine-se um ambiente onde a Ópera de Pequim se exprime através de instrumentos ocidentais e onde as cordas da guitarra portuguesa são elevadas por uma voz chinesa a cantar fado em mandarim.

Além disso, o mistério da música tibetana e da flauta vão estar lado a lado com os murmúrios de um tema nepalês, em sânscrito, que convida à meditação.

O espetáculo promete momentos mágicos, em que os instrumentos ocidentais interpretam canções budistas e os sons cristalinos do Guzheng (ou harpa chinesa) tocada pela própria cantora, nos conduzem até ao Oriente.

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