SPRING ON! é o palco criado na Casa da Música para nesta primavera apresentar as novas tendências da música urbana, que têm como protagonistas jovens músicos europeus.

Entre os dias 16 e 18 de maio serão apresentados projetos com influências da tradição do jazz, ao rock, passando pela música eletrónica ou mesmo às tradições folk, com espaço de sobra para as visões menos ortodoxas.

Logo a arrancar esta nova primavera de jazz sobem pelas 23:00 ao palco da Sala 2 da CdM os portugueses Bouncelab – liderados pelo guitarrista Mané Fernandes – cujas “composições fundem partes da tradição do Jazz com hip-hop e certas correntes da música eletrónica”, informa comunicado hoje divulgado.

Ao jazz português segue-se o francês, com a música dos Papanosh que já receberam os prémios de melhor grupo e melhor composição no Concurso nacional de jazz de La Défense em Paris.

“Imbuída de um espírito transgressor, cruzando a cena underground nova-iorquina dos Lounge Lizards com Bernard Lubat, e trazendo à memória a vivacidade e imaginação da música de Charles Mingus”, a música dos Papanosh parte de uma base escrita, mas é a “improvisação que domina a performance em palco”.

Para sábado, pelas 21:00, o espaço está reservado para Eduardo Cardinho & João Barradas Quarteto (Portugal), seguindo-se o Hayden Powell Trio (Noruega).

O projeto português é centrado nas “composições originais de Eduardo Cardinho e nas características tímbricas singulares do quarteto que apresenta um jazz pós-bop com grande ênfase no swing e na improvisação”.

Já o trompetista Hayden Powell tem-se afirmado “na cena jazzística da Nortuega”, apresentando um “forte sentido melódico e uma sonoridade quente, mas também crua” na sua música que “pode ser introspetiva com traços de blues, ou estender-se à improvisação livre”.

O Sprin On! na Casa da Música termina domingo com Marco Santos Quarteto (Portugal) e Marly Marques Quintet (Luxemburgo).

Marco Santos vive na Holanda e vem à Casa da Música apresentar o seu novo disco em nome próprio, Ode Portrait, que apresenta “um foco expressivo na melodia, composições sólidas e uma secção rítmica cativante” que leva “o público a viajar por cores e paisagens em constante renovação”.

A luxemburguesa Marly Marques, filha de mãe portuguesa e pai angolano, encontrou o jazz em 2012 e iniciou a sua carreira nos mais famosos clubes de jazz de Luxemburgo, o Neumünster Abbey e o Inouïe Hall, assim como no festival Like A Jazz Machine.

@Lusa

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