A banda de Coimbra Sean Riley & The Slowriders, que atua na quinta-feira, às 21:45 no Palco Cerca, a cantora e compositora Luísa Sobral (na sexta-feira, às 21:45 no Palco Cerca), e os Pinto Ferreira (no sábado, às 23:30 no Palco Castelo), com os seus "Elogio da Estupidez" e "Violinos no Telhado", são outros artistas portugueses que vão tocar no MED.

O grupo Afro-Cubism, com músicos de Cuba e do Mali, é o cabeça de cartaz do último dia do Festival Mediterrâneo (sábado), subindo ao Palco Matriz, já pelas 01:15 da madrugada de domingo.

Este ano, o MED recebe na quarta-feira o músico Marrokan (às 21:45 no Palco Castelo) e os espanhóis Muchachito Bombo Infierno, que sobem ao Palco Cerca à meia-noite, para misturar rumba catalã, reggae e rock.

Os sons da Nigéria também vão soar em Loulé, através da banda de Lagos Seun Anikulapo Kuti & Egypt 80, que funde afro-beat, jazz e hip-hop, e sobe ao Palco Matriz na quinta-feira, às 22:45.

Os ritmos dos Balcãs, misturados com funk, twist, turbofolk e techno, vão soar também na quinta-feira, pela mão do esloveno Roberto Pesut sob o nome de Magnífico, conhecido pela ‘Madonna eslovena’ devido à sua excentricidade. Atua no Palco Cerca, à meia-noite.

O centro histórico da cidade de Loulé recebe ainda o quarteto ucraniano DakhaBrakha (sábado), com música folk ucraniana misturada com sonoridades de todo o mundo, e a banda George Clinton & Parliament Funkadelic, que atua na sexta-feira, às 22:45, no Palco Matriz.

O festival oferece, além da música espalhada pelos sete palcos, iguarias gastronómicas, dezenas de barraquinhas de artesanato, teatro, exposições e animação, que se estende até ao fim do MED, que termina no domingo.

O bilhete diário para o MED custa 12 euros e o passe geral para os quatro dias 40 euros.

@Lusa

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