Os equipamentos hoteleiros estão lotados “num raio de 30 quilómetros”, segundo a organização, e os espaços verdes da avenida Vasco da Gama começam já a ser ocupados pelos festivaleiros que não recorrem ao alojamento tradicional.

O espectáculo de abertura da 13.ª edição do FMM está a cargo do fadista António Zambujo, seguindo-se os palestinianos Le Trio Joubran e o senegalês Cheikh Lô. Destaque também para o atelier de crianças com o grupo norte-americano Secret Chiefs 3, que encerra os concertos de hoje, e a projecção do filme sobre os Staff Benda Bilili, banda congolesa que, no ano passado, levou o castelo ao rubro na última noite do festival.

No sábado, destaque para os concertos do português António Chainho e do projecto multicultural Congotronics vs Rockers, sendo que, no domingo, o ganês Ebo Taylor, acompanhado pela Afrobeat Academy, encerra o palco no castelo.

Depois deste fim-de-semana, o festival prossegue entre os dias 28 e 30 de Julho.

"Num raio de 30 quilómetros não existe equipamento hoteleiro que não esteja cheio", disse à Lusa o director do festival, Carlos Seixas.

Segundo a organização, o trabalho de preparação para esta edição começou há um ano, desde que terminou o festival de 2010.

A primeira parte deste longo caminho consistiu na preparação do programa musical, explicou Carlos Seixas, director criativo e de produção do evento.
Depois, tiveram de tratar de todos os pormenores para que aos 250 artistas, 100 elementos da equipa técnica, 70 voluntários e mais de 100 funcionários municipais não faltem as condições necessárias para desempenharem as suas funções.

Quando terminar o festival, a organização estima que terá gerido cerca de 600 quartos e 3.000 refeições, além das inúmeras viagens que terão de ser feitas para transportar muitos artistas entre o aeroporto de Lisboa e Sines, e mesmo entre o alojamento e o local das refeições e dos espectáculos.

Para os espectadores que já não conseguirem quarto, é possível ficar gratuitamente no parque de campismo, embora com condições mínimas. Os mais assíduos sabem que qualquer espaço relvado da avenida Vasco da Gama é um local elegível para montar a tenda.

Por ora, tratada a logística, é esperar que se solte a voz de António Zambujo no castelo, o palco mais emblemático da cidade, cumprindo-se “a pequena tradição de ser sempre um português a abrir o festival”.

@Lusa

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