Blake, que já havia sido nomeado para o Mercury Prize pelo seu álbum de estreia homónimo, contrariou as probabilidades, que apontavam como favoritos ao prémio Laura Mvula, Disclosure ou David Bowie, e levou para casa o galardão, pelo seu segundo disco de originais, “Overgrown”.

“Bem, eu perdi uma aposta”, revelou, ao receber o troféu, continuando: “Por outro lado, devia agradecer a um par de pessoas. Devia agradecer aos meus pais por me mostrarem a importância de ser auto-suficiente”.

Depois da cerimónia, em conversa com Nick Grimshaw, o artista londrino ainda referiu: “Sinto-me completamente emocional e arrebatado. É preciso bastante para me deixar assim. Tinha-me convencido de que seria o meu segundo ano a estar nomeado sem ganhar. Não posso acreditar que estou sentado aqui”.

A cerimónia de entrega do Mercury Prize ficou também marcada pela confusão da apresentadora Lauren Laverne, que, ao chamar James Blake ao palco para este interpretar uma faixa do seu mais recente álbum, se referiu ao produtor, compositor e cantor como James Blunt.

A apresentadora acabaria por twittar, mais tarde: “Nunca me senti tão bem como esta noite em relação aos artistas que têm diferentes apelidos #MercuryPrize #Irony. Obrigada pelos tweets de apoio, pessoal. Vocês são lindos (You’re beautiful). OH MEU DEUS, ESTÁ A ACONTECER NOVAMENTE”.

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